- 00:00:00
  • Memorial JK

    Museu em memoria ao criador de Brasília

  • Palácio do Buriti

    Sede do Governo do Distrito Federal

  • Câmara Legislativa

    Sede do Poder Legislativo do DF

  • Ponte JK

    Uma das mais lindas pontes do mundo

  • Salto do Itiquira

    A maior cachoeira do Centro-Oeste

  • Pontão do Lago Sul

    Ponto de encontro do brasiliense

  • Congresso Nacional

    Sede do Poder Legislativo Federal

  • Palácio do Planalto

    Sede do Poder Executivo Federal

  • Palácio da Alvorada

    Residência Oficial do Presidente da República

  • Palácio do Itamaraty

    Sede do Ministério das Relações Exteriores

  • Palácio da Justiça

    Sede do Ministério da Justiça

  • Chapada dos Veadeiros

    Cachoeiras - Maravilhas do cerrado

  • Palácio do STF

    Sede do Poder Judiciário Federal

  • Ipê Rosa

    Brasília, a Capital dos Ipês

  • Ipê Amarelo

    Brasília, a Capital dos Ipês

  • Ipê Branco

    Brasília, a Capital dos Ipês

  • Ipê Roxo

    Brasília, a Capital dos Ipês

BRB prorroga vigência de três concursos realizados em 2019


A decisão está prevista nos editais (CP 29, CP30 e CP 31) e será publicada no Diário Oficial do DF na semana que vem.

Com a prorrogação, as validades dos concursos passam a ser de 23.11.2021, para os cargos de escriturário; 30.11.2021, para os cargos de Analista de Tecnologia da Informação, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Médico do Trabalho; e 21.12.2021 para o cargo de Advogado.


Neste ano, o Banco já chamou duas turmas de concursados aprovados – a primeira tomou posse dia 27.04, e a segunda, em 15.06. Já foram convocados, no total, 70 escriturários, 8 advogados, 21 analistas de TI e 1 engenheiro do trabalho.


Por conta da pandemia da Covid-19, todos os novos empregados convocados participaram de processo de onboarding digital, e já estão plena atividade em suas funções.


“A decisão pela prorrogação da vigência dos concursos mostra o cuidado do Banco com as pessoas, um dos pilares da nossa gestão, e é coerente com nosso plano estratégico de expansão”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

BRB e Flamengo assinam contrato inovador

Nesta quarta-feira (1º), o Banco de Brasília (BRB) e o Clube de Regatas do Flamengo assinaram na sede do clube, no Rio de Janeiro, contrato inovador para a criação de um novo Banco Digital


O contrato foi assinado pelo presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e pelo presidente do Flamengo, Rodolfo Landim. O projeto entre o banco e o Flamengo prevê a abertura de conta digital, comercialização de cartões e seguros e uma série de benefícios desenhados especialmente para os cerca de 40 milhões de torcedores do time. 
Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, a parceria com o Flamengo vai permitir ao Banco avançar no segmento digital e está alinhada ao planejamento estratégico de expansão da Instituição.
“É um passo importante que o BRB dá para a diversificação de seus negócios e o aumento da sua base de clientes. Faz parte do plano de negócios do banco atingir um patamar ainda mais elevado em sua atuação e expandir-se para todo o território nacional. E o tamanho e a representatividade desse parceiro vão viabilizar esse negócio”, comenta Paulo Henrique Costa.
Segundo ele, “esse modelo de negócio não existe no mercado hoje, com nenhum time de futebol. Acreditamos que temos potencial para superar nosso plano base, considerando todo o amor que a torcida tem pelo Flamengo. Estamos preparando produtos diferenciados e uma experiência inovadora para o torcedor. E o engajamento da torcida será importante nesse processo”.
Ainda de acordo com Paulo Henrique Costa, o contrato entre o banco e o clube carioca tem três anos de duração, renováveis por mais dois. Permite, ainda, a criação de uma nova empresa no futuro.
Pelo contrato firmado, o BRB vai oferecer atendimento bancário em plataforma digital com produtos de identidade personalizada, programa de relacionamento e de experiências exclusivas, além de atendimento nos canais físicos. Por isso, a parceria também prevê a instalação de uma unidade do BRB nas dependências do clube para atendimento a atletas, torcedores e empregados do Flamengo.
Além disso, a parceria possibilita ao banco direito exclusivo de pagamento da folha salarial do clube, e preferência na contratação, por parte do Flamengo, de produtos e serviços bancários como empréstimos, cartões e seguros. Em contrapartida, o clube terá participação nos resultados alcançados com a comercialização de produtos e serviços, o que vai gerar aumento de receita à instituição.
O contrato estabelece um valor mínimo garantido por ano de R$ 32 milhões ao Flamengo pelo direito de exclusividade de exploração dos negócios previstos na parceria envolvendo torcedores, imagem e negócios corporativos com o clube.
Com informações do BRB/Agência Brasília

Entregadores de apps fazem greve nacional nesta quarta-feira

Os entregadores de aplicativos promovem uma greve nacional hoje (1º) por melhores condições de trabalho, medidas de proteção contra os risco de infecção pelo novo coronavírus e mais transparência na dinâmica de funcionamento dos serviços e das formas de remuneração.



A paralisação foi chamada por trabalhadores de empresas como Rappi, Loggi, Ifood, Uber Eats e James. Os organizadores argumentam que o movimento foi construído por meio da interlocução por grupos na internet, embora algumas entidades tenham se somado, como associações de entregadores e de motofrentistas.

Os entregadores cobram o aumento das taxas mínimas recebidas por cada corrida e o valor mínimo por quilômetro. Atualmente, eles são remunerados por corrida e pela distância percorrida, e por isso esses dois indicadores acabam definindo o pagamento por cada entrega.

Os trabalhadores reclamam dos baixos valores e da variação deles para baixo. “Tem dia que é R$ 1, tem dia que é R$ 0,50. O Ifood e outras empresas mandam notificação para os clientes falando que já pagam. Não é verdade”, reclama Simões, entregador do Rio de Janeiro e uma das pessoas que está contribuindo com a organização da greve.

Outra reivindicação é a mudança dos bloqueios dos trabalhadores, que consideram arbitrários. Eles criticam o fato de motoristas terem sua participação suspensa ou até mesmo cancelada a partir de critérios não claros e sem a possibilidade de apuração dos ocorridos e de direito de defesa dos envolvidos.

“Elas fazem um bloqueio injusto. Nós dependemos da plataforma pra trabalhar e para levar o sustento para casa. Eu e mais 40 motoboys fomos suspensos na Loggi. Paramos três dias pra reivindicar e, no segundo dia, nos bloquearam. Isso aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Ifood , você entrega o pedido, o cliente alega que não recebeu, o Ifood manda outro pedido e acaba bloqueando o entregador por 48 horas sem sequer ligar para o entregador”, exemplifica Alessandro Sorriso, da Associação dos Motoristas Entregadores do Distrito Federal.

Tanto em relação à remuneração quanto aos bloqueios, os entregadores questionam a falta de transparência das plataformas, que não deixam claras as formas de cálculo dos pagamentos e os critérios utilizados para a suspensão das contas dos trabalhadores.

Pandemia
Sorriso acrescenta que a greve também cobra providências mais efetivas em relação aos riscos da nova pandemia, bem como auxílio para aqueles que forem infectados e precisarem se afastar. Algumas empresas, conta, não se manifestaram e não disponibilizaram apoio aos motoristas. Entre as que fizeram algo, ele cita o Ifood, que entregou potes de álcool em gel e máscaras laváveis.

“Mas outras plataformas, como Rappi e Uber Eats, não se manifestaram. A Loggi só deu vidrinho de álcool em gel que não dava para usar em um dia. Conheço gente que pegou covid. E quem pega não tem nenhuma assistência”, comentou o entregador.

Negociação
Simões relata que, até o momento, as empresas de entrega não entraram em contato para se reunir com os entregadores e iniciar uma negociação sobre suas demandas. Enquanto isso, as companhias vêm divulgando ações na mídia e aos seus usuários.

“A gente está indignado como a empresa trata uma coisa sem prova. Em vez de entrar em contato, solta notas para os comerciantes dizendo que vai ter greve, para ficar atento. A intenção não é fazer greve para fazer barulho, é porque temos reivindicações”, diz.

Estudo
Um estudo de sete pesquisadores, publicada na revista Trabalho e Desenvolvimento Humano e realizada neste ano, entrevistou entregadores de apps em 29 cidades durante a pandemia. O trabalho mostrou que mais da metade (54%) trabalham entre nove e 14 horas por dia, índice que aumentou para 56,7% durante a pandemia. Entre os ouvidos, 51,9% relataram trabalhar todos os dias da semana.

Cerca de metade dos entrevistados (47,4%) recebia até R$ 2.080 por mês e 17,8% disseram ter rendimento de até R$ 1.040 por mês. A maioria dos participantes do levantamento (58,9%) afirmou ter tido queda da remuneração durante a pandemia.

Segundo os autores, houve um aumento do número de entregadores como alternativa de pessoas que perderam renda durante a pandemia, mas apesar do aumento de entregas, os valores de hora/trabalho ou bonificação caíram.

Do total, 57,7% declararam não ter recebido nenhum apoio das empresas durante a pandemia para mitigar riscos e 42,3% disseram ter tido algum tipo de auxílio, como equipamentos de proteção e orientações. Independentemente do apoio, 96% comentaram ter adotado algum tipo de medida de proteção, como uso de álcool em gel e máscaras.

O professor de comunicação social da UNiversidade do Vale dos Sinos (Unisinos) e coordenador do projeto Fairwork no Brasil, da Universidade de Oxford, Rafael Grohmann, diz que a análise dessas plataformas em outros países revelou que elas não cumprem requisitos básicos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para o trabalho decente: remuneração, condições de trabalho (inclusive saúde), contratos que reflitam a atividade, gestão dialogada e transparente e representação e liberdade de associação.

“As plataformas digitais de trabalho têm mecanismos de vigilância intensa e uma extração de dados dos trabalhadores com uma gestão algorítmica desse trabalho. Acaba virando uma caixa-preta, e o indivíduo acaba ganhando cada vez menos. Os entregadores estão desesperados, ou é isso ou não é nada”, comenta o pesquisador.

MPT
O Ministério Público do Trabalho vem investigando os aplicativos há alguns anos. Foram ajuizadas ações civis públicas para reconhecimento do vínculo de emprego nas companhias Loggi e Ifood, e outras estão em fase de apuração. Até o momento, essas ações não foram julgadas.

“O perfil dos motoristas é de jovens, a grande maioria negra. E não há esse empreendedorismo que se propala. Eles têm total dependência econômica, há relação de dependência e subordinação. Trabalham muitas horas por dia, esforço físico grande. É no mínimo 60 quilômetros por dia. Além disso, ficam totalmente sem direitos porque nem a empresa nem o restaurante e nem o cliente se responsabilizam”, ressalta Christiane Nogueira, da Procuradoria Regional do Trabalho de São Paulo.

Em março, o Ministério Público do Trabalho (MPT) apresentou recomendações a empresas de aplicativos com diretrizes e ações a serem ofertadas aos trabalhadores, com vistas a garantir condições adequadas e evitar infecção pelo novo coronavírus. As companhias devem garantir assistência financeira para subsistência, “a fim de que possam se manter em distanciamento social, enquanto necessário, sem que sejam desprovidos de recursos mínimos para sua sobrevivência, garantindo-se a mesma assistência financeira para as trabalhadoras e trabalhadores das referidas categorias que possuam encargos familiares, que também demandem necessariamente o distanciamento social em razão da pandemia do novo coronavírus”.

Também estão entre as recomendações: 1) a oferta de informações claras sobre as regras trabalhistas e medidas de proteção diante da pandemia; 2) respeito às medidas sanitárias das autoridades de saúde internacionais, nacionais e locais; 3) distribuição de equipamentos necessários à proteção e desinfecção, com fornecimento de insumos em pontos designados e amplamente divulgados; 4) garantia de espaço de higienização dos veículos; 5) estimular ações de proteção como evitar contato físico, higienizar as mercadorias entregues e assegurar lugares seguros na retirada dos pacotes.

Empresas
A Agência Brasil entrou em contato com as empresas Ifood Uber Eats e Rappi, mas não recebeu retorno. A agência ainda busca contato com a firma Loggi. Em sua conta no Instagram, o Ifood publicou que “está ao lado dos entregadores”, que investiu R$ 25 milhões em proteção e segurança. De acordo com a companhia, foram distribuídos 4.500 litros de álcool em gel por dia e 800 mil máscaras reutilizáveis. O post argumentou ainda que em maio cada trabalhador recebeu R$ 21,80 por hora.

Salões de beleza, bares e restaurantes se preparam para abertura

Mesmo após decretação de estado de calamidade no Distrito Federal bares, restaurantes e salões de beleza iniciam protocolo de reabertura na quarta-feira (1º). A data para abertura oficial deve ser divulgada ainda esta semana, podendo sofrer alterações dependendo da evolução dos casos do novo coronavírus na capital.


Os estudos que servem como base para abertura das atividades foi iniciado ontem com uma provável divulgação nesta quinta-feira (2). Até o momento Ibaneis Rocha descarta a possibilidade de lockdown, “Temos equipamentos e materiais suficientes, mas o que precisa é a população se cuidar também”.A retomada das aulas na rede privada também está sob avaliação.

Ontem o DF registrou 44.918 casos confirmados de covid-19, 550 mortes e mais de 30 mil pessoas recuperadas da doença. Dados da Sala de Situação da Secretaria de Saúde mostram que há falta de insumos para testes rápidos e que 90,8% dos leitos da rede privada destinados a pacientes com a doença estão ocupados. Na rede pública, esse número é de 63%.

Crise na Lava-Jato

O procurador-geral da República, Augusto Aras após o recebimento de reclamação na corregedoria do órgão afirmou que, "Lava-Jato não é órgão ao gabinete da chefia de tônomo" do MPF, e não pode ser alvo de "aparelhamento". As críticas têm como origem o gabinete da chefia da instituição. As palavras de Aras foram vistas como ameaças, segundo procuradores do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.


O procurador-geral destacou que os integrantes da operação devem obedecer a todas as regras internas, sem regalias. "A Lava-Jato, com êxitos obtidos e reconhecidos pela sociedade, não é um órgão autônomo e distinto do Ministério Público Federal (MPF), mas sim uma frente de investigação que deve obedecer a todos os princípios e normas internos da instituição", informa nota publicada pela PGR. 
A independência da Lava-Jato é apontada por juízes, procuradores e especialistas como o motivo de sucesso da operação, que levou para a cadeia empreiteiros, deputados, senadores e até ex-presidentes, acusados de envolvimento no gigantesco esquema de corrupção que tomou a Petrobras, suas subsidiárias e outras empresas e órgãos públicos. No entanto, esta mesma independência, ausência de críticas e de fiscalização, produziram abusos e erros que colocaram em xeque a legalidade de muitas ações. A conduta do coordenador da operação no Paraná, Deltan Dallagnol, que trocava informações com o ex-juiz Sérgio Moro, é alvo de acusações em relação à violação do direito a defesa, ao contraditório e à legalidade processual.
A nota divulgada pela PGR na manhã de ontem (28) destaca que seria necessário mudar a estrutura do Ministério Público para abarcar a possibilidade de autonomia da Lava-Jato. As palavras "clandestina e ilegalidade" para fazer alusão as investigações, demonstram o nível de criticidade de Aras com a operação que se arrasta por seis anos e mudou o cenário da política nacional. "Para ser órgão legalmente atuante, seria preciso integrar a estrutura e organização institucional estabelecidas na Lei Complementar 75 de 1993. Fora disso, a atuação passa para a ilegalidade, porque clandestina, torna-se perigoso instrumento de aparelhamento, com riscos ao dever de impessoalidade, e, assim, alheia aos controles e fiscalizações inerentes ao Estado de Direito e à República, com seus sistemas de freios e contrapesos", completa o texto.