- 00:00:00
  • Memorial JK

    Museu em memoria ao criador de Brasília

  • Palácio do Buriti

    Sede do Governo do Distrito Federal

  • Câmara Legislativa

    Sede do Poder Legislativo do DF

  • Ponte JK

    Uma das mais lindas pontes do mundo

  • Salto do Itiquira

    A maior cachoeira do Centro-Oeste

  • Pontão do Lago Sul

    Ponto de encontro do brasiliense

  • Congresso Nacional

    Sede do Poder Legislativo Federal

  • Palácio do Planalto

    Sede do Poder Executivo Federal

  • Palácio da Alvorada

    Residência Oficial do Presidente da República

  • Palácio do Itamaraty

    Sede do Ministério das Relações Exteriores

  • Palácio da Justiça

    Sede do Ministério da Justiça

  • Chapada dos Veadeiros

    Cachoeiras - Maravilhas do cerrado

  • Palácio do STF

    Sede do Poder Judiciário Federal

  • Ipê Rosa

    Brasília, a Capital dos Ipês

  • Ipê Amarelo

    Brasília, a Capital dos Ipês

  • Ipê Branco

    Brasília, a Capital dos Ipês

  • Ipê Roxo

    Brasília, a Capital dos Ipês

A cada 36 horas o GDF finalizou ou iniciou uma obra

Mesmo com a pandemia do novo coronavírus o governo do Distrito Federal trabalhou de forma incessante finalizando ou iniciado uma obra a cada 36 horas.



“A continuidade e até o início das obras foram determinações do governador Ibaneis Rocha, como forma de não parar a economia durante a grave pandemia da covid-19. Milhares de empregos foram preservados e, deve-se destacar, com toda segurança, porque foi obedecido um rígido protocolo de higiene e preservação pessoal”, lembra o Secretário de Governo, José Humberto Pires.

De acordo com dados da Agência Brasília foram levados em conta os principais tocadores de obras no DF: Secretaria de Obras, Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Agência de Desenvolvimento (Terracap) e Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF). Entre 7 de março e 30 de junho foram executados pelo menos 74 serviços em todo o DF.

O Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER/DF) também tem grande colaboração em todo esse processo. Foi responsável pela importante revitalização do Eixão, o estacionamento do campus Gama da Universidade de Brasília (UnB), a troca de pavimento no BRT SUL, na altura do aeroporto, e também as duas faixas de rolamento na DF-047 entre a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB/ DF-025) e a Estrada Parque Guará (EPGU/ DF-051).


“O DER é um órgão executor de obras e de manutenção viária. Mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus não pudemos deixar de trabalhar nas rodovias. Obviamente, reduzimos o número de servidores nas ruas, porque alguns fazem parte do grupo de risco, mas mesmo com essa redução, tanto nas obras contratadas quanto nas diretas conseguimos manter o ritmo dos trabalhos”, destaca Cristiano Cavalcante, superintendente de obras do DER/DF.

Cai a chance de contágio por coronavírus no DF

Praticamente oito em cada 10 brasilienses que foram contaminados pelo coronavírus já estão recuperados da Covid-19. Dos 64.314 casos confirmados no Distrito Federal, 50.879 pacientes estão curados, o que representa um índice de 79,1 % do total. Isso mostra que a chance de contágio no DF reduziu desde os primeiros casos da doença diagnosticados no final de fevereiro.



“São pessoas que já passaram pela infecção, a maioria delas senão a totalidade está imune, não se sabe ainda por quanto tempo. E, a partir do momento que ela está recuperada, não transmite mais”, explica Eduardo Hage, subsecretário de Vigilância à Saúde. Segundo o médico, os estudos comprovam que os pacientes que tiveram a Covid-19 ficam imunizados por pelo menos três meses.

Dessa forma, apenas os 12.634 casos ativos, pessoas que ainda estão doentes, podem transmitir coronavírus. “São pessoas que ainda estão tratando a infecção. Mas nem todos esses vão transmitir porque muitos estão no fim daquele período de 14 dias. Como a recomendação é o isolamento domiciliar, esse risco é mais reduzido ainda. São pessoas que adoeceram, apresentaram sintomas ou não, estão em casa e estão sendo acompanhadas pelo serviço de saúde”, ressalta o infectologista.

O subsecretário salienta que o risco de contágio vai variar de acordo com a evolução da doença. Quanto mais próximo do início dos sintomas, maior a carga viral que a pessoa carrega. “Tem alguns pacientes que começaram os sintomas ontem, então o risco de contágio deles é maior. Mas temos nesse grupo de ativos quem sentiu os primeiros sintomas há 10 dias e a chance de contágio é muito pequena”, afirma.

Por isso, a recomendação para todos os pacientes que ainda têm o vírus é, nesse período inicial de 14 dias, ficar em isolamento domiciliar, sem contato com outras pessoas para evitar a propagação da doença. A grande maioria dos casos ativos está se recuperando em casa. Segundo dados de 9h desta quinta-feira (9), apenas 1.009 pessoas estão hospitalizadas tratando a infecção: 446 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em hospitais públicos, 236 em UTIs da rede privada e 327 em leitos de enfermaria da rede pública (nos hospitais privados, não há leitos de enfermaria específicos para Covid), o que representa 7,98% do total de ativos.

Estabilização

Hage ressalta que a grande proporção de recuperados em relação aos ativos é um indicativo de que os casos estão próximos a um período de estabilização. “Ainda não podemos falar em redução de casos, a gente precisa analisar essa semana, mas os casos devem se estabilizar em breve”.

Quanto mais perto o percentual de recuperados for de 100%, menos casos novos serão confirmados. “Poucas pessoas estão com a infecção ativa e consequentemente poucas pessoas estão transmitindo coronavírus”, afirma.

Letalidade

Dessa forma, mais importante do que considerar os mais de 64 mil casos confirmados é analisar outros números relativas à doença. Entre eles, a taxa de letalidade que, no DF, é a menor do país. Ao lado de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, o DF tem taxa de 1,2% com dados atualizados às 18h de quarta (8).

A média do Brasil é 4%, mas chega a 5,2% no Ceará que tem 128.471 casos e 6.665 mortes e a 8,7% no Rio de Janeiro, com 126.329 casos e 10.970 óbitos. “O que faz diferença e contribui para uma baixa taxa de letalidade? É o que está sendo oferecido para o tratamento dos pacientes. No meio dessa pandemia conseguimos ofertar serviços de atenção primária de saúde, leitos hospitalares especialmente de UTIs e profissionais treinados para atender esses pacientes”, afirma Eduardo Hage.

O subsecretário de Vigilância à Saúde ressalta que a rede pública de saúde tem leitos de UTI suficientes para o tratamento de Covid-19 e que, para tratar a infecção, o leito precisa ter três equipamentos: monitor, bomba de infusão e respirador, que devem ser operados por médicos treinados, não necessariamente intensivistas. “Nunca alcançamos uma saturação de leitos de UTI. Não é uma oferta tranquila, mas esses leitos Covid têm suporte suficiente para os pacientes com coronavírus”, garante. Às 9h desta quinta-feira (9), a ocupação dos leitos de UTI na rede pública de saúde estava em 76,61%.

A testagem ampla da população também é um fator determinante para que a taxa de letalidade do DF seja baixa. O GDF testou mais de 363 mil brasilienses nos drive-thru, na testagem itinerante que percorreu regiões carentes, nas casas de acolhimento, no sistema prisional e nos servidores. “A quantidade de exames realizados no DF proporcionalmente ao tamanho da população é uma das mais altas do país. Com esses testes, conseguimos detectar o maior número de casos e indicar as medidas recomendadas para evitar a disseminação do vírus”, diz Eduardo Hage.

Pontos de aglomerações são mapeados no DF

Mesmo com o número crescente de infectados e mortes causadas pelo novo coronavírus no Distrito Federal a população ignora as recomendações das organizações de saúde, dentre elas o distanciamento social. A Casa Civil fez um levantamento onde apontou o número de aglomerações na capital, sendo de 38,6%, entre 6 de junho e 6 de julho. Ou seja, em média, ao longo de 30 dias, a população formou 163 multidões diariamente.


O governo vem permitindo de forma gradativa a abertura de atividades no DF. No próximo dia 15 de julho será a vez de bares e restaurantes reabrirem e em seguida o retorno das aulas presenciais.

A flexibilização vem gerando debates e o Executivo local reforça a importância de manter o distanciamento de 1,5 metro entre pessoas e lembra que o uso obrigatório de máscaras ainda está valendo.

Segundo o subsecretário de Inovação da Casa Civil do DF, Paulo Medeiro, as aglomerações são, atualmente, o principal foco de contágio do novo coronavírus.


“Na média, o brasiliense é bem consciente, mas alguns grupos ainda insistem em promover aglomerações”, pontuou. Nesse sentido, o governo colocou em marcha ações de conscientização e fiscalização do DF Legal e do Instituto de Defesa do Consumidor (Procon).

Começam hoje inscrições para o Sisu

A partir de hoje (7), estudantes que participaram da edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem se inscrever para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do meio do ano. Até sexta-feira (10) serão oferecidas mais de 51 mil vagas em instituições de ensino superior do país.

Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de ter feito o Enem de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar.

Como se inscrever?

Por meio do site do Ministério da Educação (MEC), na tela “Minha inscrição”, o candidato poderá escolher até duas opções de cursos, por prioridade, na mesma instituição ou em universidades diferentes. Para fazer a primeira escolha, basta clicar em “Fazer inscrição na 1ª opção”. A pesquisa de vagas pode ser feita por nome do município, instituição ou curso. Após selecionar a opção, basta clicar em “Escolher este curso” para continuar.

Nesta fase, o candidato deverá indicar se irá participar do Sisu pelas vagas de ampla concorrência, pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) ou pelas políticas afirmativas das instituições. No caso das universidades e institutos federais, os alunos de escola pública que se candidatarem às vagas reservadas serão divididos em grupo e subgrupo, conforme renda familiar e raça. Clique em “Escolher esta modalidade” para continuar.
Critérios

De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; maior nota na prova de Matemática e suas Tecnologias; maior nota na prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e maior nota na prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias.
Lista de Espera

Segundo cronograma divulgado pelo MEC, o resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado no dia 14 de julho. O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho. A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos.

Valor de mercado do BRB aumenta 400%

O valor de mercado do BRB aumentou 400%, e saltou de R$ 1,2 bilhão para R$ 6 bilhões. O crescimento mais significativo – de R$ 2,5 bilhões para a marca atual – foi registrado depois do anúncio da parceria negocial do BRB com o Flamengo para a criação de um novo Banco Digital. 

O projeto entre o Banco e o Flamengo é inovador e prevê a abertura de conta digital, comercialização de cartões e seguros e uma série de benefícios desenhados especialmente para os cerca de 40 milhões de torcedores do time.
O acordo vai permitir ao BRB avançar no segmento digital e está alinhado ao planejamento estratégico de expansão da instituição. Marca ainda um novo posicionamento do banco, fundamental para a diversificação dos seus negócios e para o posicionamento digital, visando garantir a sustentabilidade e a capacidade de competir da instituição.
“A escolha do parceiro foi estratégica e permitirá ao BRB diversificar seus negócios, aumentar a sua base de clientes e valorizar ainda mais os seus ativos. O crescimento do valor de mercado do banco nas últimas semanas reforça a expectativa de crescimento e de avanço do BRB no mundo digital”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
Modelo de negócio
O modelo de negócio firmado com o Flamengo não é semelhante a nenhum outro existente no mercado. O contrato entre o banco e o clube carioca tem três anos de duração, renováveis por mais dois. Permite, ainda, a criação de uma nova empresa no futuro.
Com a parceria, o BRB vai oferecer atendimento bancário em plataforma digital com produtos de identidade personalizada, programa de relacionamento e de experiências exclusivas, além de atendimento nos canais físicos. Por isso, a parceria também prevê a instalação de uma unidade do BRB nas dependências do Clube para atendimento a atletas, torcedores e empregados do Flamengo.