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Semana Nacional de Trânsito começa hoje em todo o país

Começa nesta sexta-feira (18) e vai até dia 25 próximo, a Semana Nacional de Trânsito (SNT). Durante o período, ações em todo o país são realizadas pelos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito com o objetivo de conscientizar motoristas, passageiros, motociclistas, ciclistas e pedestres.




Com o tema "Perceba o risco, proteja a vida", definido pelo Conselho Nacional de Trânsito, o foco é chamar a atenção sobre os perigos no trânsito e outros riscos à saúde do cidadão. 

Por causa das medidas de isolamento social para enfrentamento do novo coronavírus, este ano a semana ocorrerá em formato digital e será denominada "O Detran  na sua vida". A iniciativa traz também o tema das campanhas educativas para este ano.

ONU
A realização da SNT 2020 coincide com o fim da Década de Ações pelo Trânsito Seguro, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU), na qual os governos dos diferentes países se comprometeram a tomar medidas para prevenir os acidentes, que matam cerca de 1,25 milhão de pessoas por ano. 

Em 2020, a campanha brasileira tem foco na preservação de vidas, por meio de ações de conscientização voltadas para educação, engenharia e fiscalização de trânsito, seguindo as recomendações do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito.

Como os acidentes no trânsito constituem uma das maiores causas de mortes no mundo, a meta da semana é conscientizar a população sobre a importância da mudança de atitude, ressaltando que cada um é responsável pela segurança de todos e, por isso, deve perceber os riscos e proteger a própria vida e a dos demais ao seu redor. 

“Espera-se que as pessoas adotem novos comportamentos, valorizando a vida e, assim, seja possível reduzir o elevado número de lesões e de mortes causadas pelos acidentes de trânsito no Brasil”, ressalta o Departamento Nacional de Trânsito.

As atividades da Semana Nacional de Trânsito incluem, também, palestras sobre temas variados.

Cerca de 1 milhão de pessoas voltou a procurar emprego, diz IBGE

Cerca de 1 milhão de pessoas voltaram a buscar trabalho na segunda semana de agosto (entre os dias 9 e 15), de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Covid-19). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pela pesquisa, esse é um reflexo das flexibilizações do isolamento social.



A população fora da força de trabalho, que não estava trabalhando nem procurava emprego, atingiu 75,5 milhões de pessoas – na primeira semana do mês eram 76,1 milhões.

Entre essas pessoas, cerca de 27,1 milhões - 35,9% da população fora da força de trabalho - relataram que gostariam de trabalhar, um recuo ante a semana anterior quando o número era de 28,1 milhões (36,9%). O resultado da segunda semana de agosto é estável na comparação à primeira semana da pesquisa, entre 3 a 9 de maio, quando 27,1 milhões (35,5%) disseram que gostariam de trabalhar.

Ainda de acordo com o IBGE, a pandemia ou a falta de trabalho no local onde vivem foram os motivos para que 17,7 milhões dessas pessoas que gostariam de trabalhar não chegassem a procurar emprego - uma queda em relação à semana anterior, quando esse número tinha chegado a 18,3 milhões.

Ocupada
A população ocupada do país foi estimada em 82,1 milhões na segunda semana de agosto, o que mostra estabilidade em relação ao período anterior, quando eram 81,6 milhões de pessoas. O número, entretanto, é menor que o registrado na primeira semana da pesquisa, de 3 a 9 de maio, quando 83,9 milhões de pessoas estavam ocupadas.

Segundo a pesquisa, a população ocupada e não afastada do trabalho ficou em 75,1 milhões de pessoas, uma estabilidade se comparado à semana anterior (74,7 milhões) e um crescimento na comparação com a semana de 3 a 9 de maio (63,9 milhões).

Nesse grupo, 8,3 milhões (11,1% da população ocupada e não afastada) trabalhavam remotamente - estabilidade ante a semana anterior em que havia 8,6 milhões (11,5%) em homeoffice.

O nível de ocupação alcançou 48,2% e ficou estável frente a semana anterior (47,9%), mas em queda na comparação com a semana de 3 a 9 de maio (49,4%).

Desocupada
A Pnad Covid-19 indicou que a população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas, pouca diferença em relação à semana anterior (12,6 milhões de pessoas). Apesar disso, foi maior que a da primeira semana da pesquisa (9,8 milhões).

Entre 9 e 15 de agosto, a taxa de desocupação ficou em 13,6% mostrando estabilidade se comparada à semana anterior (13,3%), mas registrando alta em relação à primeira semana de maio (10,5%).

Para a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, embora pouco significativo, houve um leve aumento tanto na população ocupada, como na desocupada e uma discreta diminuição da população fora da força de trabalho, o que representa, além da retomada das atividades econômicas, uma recuperação do emprego.

“Mostrando sinais de recuperação do mercado de trabalho, principalmente, quando a gente olha a população fora da força de trabalho, que também teve uma variação não significativa, mas negativa desse contingente”, comentou.

Informalidade
Os dados de informalidade também mostraram recuperação. Mesmo estatisticamente estável, o total de pessoas que estava trabalhando de forma informal (28 milhões) foi pouco acima do registrado na semana anterior (27,9 milhões). Com isso, a taxa de informalidade ficou em 34,1%. No início de maio, eram 30 milhões de trabalhadores informais, que são os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira e trabalhadores que não contribuem para o INSS.

“O trabalho informal, desde o início da pesquisa, vinha caindo e agora nas últimas duas, três semanas ele vem apresentando variações positivas”, afirmou.

Isolamento
As pessoas que estavam afastadas do trabalho por causa do isolamento social somaram 4,3 milhões na segunda semana de agosto, ficando estável. No entanto, aumentou para 2,7 milhões o grupo que estava distante do trabalho por outro motivo, como licença-maternidade ou doença.

Estudantes
A pesquisa apurou ainda que, entre os 45,8 milhões de estudantes que frequentavam escolas ou universidades, 36,8 milhões (80,3%) tiveram atividades escolares na segunda semana de agosto. O número é uma alta de 1,6 milhão em relação à semana anterior. No período, 16,6% não tiveram atividade escolar e 3% estavam de férias.

Esta é a primeira edição semanal da pesquisa em que são divulgados os dados sobre a frequência e realização de atividades por estudantes matriculados em escolas e universidades e o comportamento da população sobre o distanciamento social adotado para evitar o contágio pelo coronavírus. Essas informações já compõem a versão mensal da pesquisa.

Nas grandes regiões, a Norte teve o menor percentual de estudantes com atividades escolares (56,2%). Outros 39% ficaram sem atividades, o que corresponde a 1,8 milhão de estudantes. A Região Nordeste registrou 73,8% de alunos com atividades remotas, o Centro-Oeste, 85,8%; a Sudeste, 86,6%; e a Sul, 92,1%.

Entre 9 e 15 de agosto, 24,3 milhões de estudantes (66%) tiveram atividades escolares durante cinco dias da semana. O total é 1,6 milhão maior do que o da semana anterior. Na Região Norte, o percentual ficou em 54,5%; no Sul, 63,7% ; no Nordeste, 65,3% ; no Centro-Oeste, 68,1% e no Sudeste, 68,8%.

Saúde
Na segunda semana de agosto, 12 milhões de pessoas se queixaram de algum dos sintomas de síndrome gripal – uma queda em relação à semana anterior (13 milhões) e à primeira semana da pesquisa (26,8 milhões).

A dor de cabeça foi a queixa mais recorrente (5,4 milhões), seguida por nariz entupido ou escorrendo (4,8 milhões), tosse (4,3 milhões), dor de garganta (3,2 milhões), dor muscular (2,9 milhões), fadiga (2,1 milhões), perda de cheiro ou de sabor (1,3 milhão), dificuldade de respirar (1,3 milhão) e dor nos olhos (1,1 milhão).

Atendimento
Entre os 12 milhões que relataram sintomas, 2,7 milhões procuraram atendimento em hospitais da rede pública. Na semana anterior eram 3,2 milhões (24,3%).

A maioria (45,8%) relatou ter buscado atendimento médico em postos do Sistema Único de Saúde (SUS), enquanto 22,1% foram para prontos-socorros. A procura por atendimento em ambulatório ou consultório privado ou ligado às Forças Armadas somou 11,3%. O restante foi para hospitais privados (9,3%) ou prontos-socorros privados (3,7%). Cerca de 116 mil pessoas com sintomas precisaram ficar internadas.

Ainda na segunda semana, 77,1% não procuraram nenhum estabelecimento de saúde. Cerca de 60,5% disseram ter tomado remédio por conta própria, enquanto 11,7% tomaram medicamento com orientação médica. A pesquisa mostrou também que 4,1% ligaram para algum profissional de saúde e 2,7% receberam visita de algum profissional de saúde do SUS.

Contágio
Segundo a pesquisa, 4,4 milhões de pessoas (2,1% dos 211,2 milhões da população brasileira) não tomaram nenhuma medida para evitar o contágio pelo novo coronavírus, na segunda semana de agosto – registro de estabilidade em relação ao período anterior.

Houve estabilidade também na população que ficou rigorosamente em casa: 44,4 milhões de pessoas (21%). Já o grupo que reduziu o contato, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas aumentou em 2,9 milhões, totalizando 74,5 milhões de pessoas. Quem ficou em casa e só saiu por necessidade básica caiu para 86,4 milhões (40,9%) - na primeira semana de agosto eram 89,1 milhões (42,2% da população).

 

*Matéria atualizada às 14h15 para correção de número fornecido pelo IBGE. Na segunda semana de agosto, 1 milhão de pessoas voltaram a buscar trabalho, e não 1,6 milhão como foi publicado originalmente.

UPA de Sobradinho é excelência no tratamento da Covid-19

Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF) vem desempenhando um excelente trabalho, desde 14 de agosto na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho, quando 20 novos leitos de UTI completos com respiradores e suporte de hemodiálise para pacientes com covid-19 foram entregues. A melhoria é resultado de um investimento de R$ 17.928 milhões.

As vagas para os novos leitos são monitoradas pela Secretaria de Saúde do DF, que usa o perfil clínico dos pacientes como critério.

De acordo com a superintendente Pré-Hospitalar do IGESDF, Nadja Carvalho, as UPAs já disponibilizaram 82 leitos. “São 42 na UPA do Núcleo Bandeirante, 10 na Ceilândia, 10 em São Sebastião e mais 20 em sobradinho”, contabilizou.



“Os leitos estão sendo ativados de acordo com a projeção do número de casos. Esses 20 leitos potencializam nossas ações em reposta às necessidades da sociedade. É importante ressaltar que eles têm suporte dialítico para pacientes que evoluem para o quadro de insuficiência renal, dando todo o suporte necessário e garantindo o restabelecimento da saúde”, disse.

“Esses leitos chegaram para dar apoio aos pacientes vítimas da covid-19. É uma estrutura excelente, que dá uma maior segurança para a Secretaria de Saúde do DF dar o apoio à população no combate à pandemia da covid-19”, reforçou o secretário adjunto de Saúde do DF, Olavo Muller.

Suporte
Os leitos de UTI ativados contam com ventiladores pulmonares, equipamentos de hemodiálise, pontos de gases medicinais, monitores multipârametros, bombas de infusão, cardioversores, entre outros aparelhos.

A UPA continua atendendo pacientes que busquem outros tipos de atendimento. Por isso, as alas que recebem esses pacientes foram isoladas e contam com sala de paramentação e desparamentação, evitando a contaminação em outros setores. Antes, já tinham sido erguidas tendas na área externa para atender pacientes com suspeita e casos confirmados da covid-19 nas UPAs.

Diferencial
Os pacientes dos leitos de UTI da UPA de Sobradinho ganham um lugar especial para colocar fotos de parentes e familiares. O projeto Memória da Vitória tem como objetivo humanizar o atendimento. Basta que os familiares levem a foto, que será digitalizada, impressa e colocada num suporte de acrílico colado acima de cada leito. Quando receber alta, o paciente receberá um porta-retrato com a frase “Venci a covid-19”, onde poderá colocar a foto e levar para casa.

Governo de Goiás encaminha à Assembleia projeto que destina R$ 120 mil ao Museu Casa de Cora Coralina

Governo de Goiás encaminhou à Assembleia Legislativa (Alego) o Projeto de Lei nº 3897/2020, que destina R$ 120 mil ao Museu Casa de Cora Coralina por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás). A medida foi anunciada pelo governador Ronaldo Caiado no último dia 20, durante solenidade que encerrou o ano cultural dedicado à poetisa.



De portas fechadas desde o início da pandemia, o museu enfrenta dificuldades para arcar com a manutenção do acervo, pagar funcionários e adquirir os equipamentos de segurança previstos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para quando retomar suas atividades.

Consta no documento que a subvenção social de R$ 120 mil se faz necessária por se tratar de uma entidade de notoriedade para o Estado e o País, “sem fins lucrativos e sem recursos públicos para sua manutenção”. De acordo com o texto, há viabilidade jurídica e orçamentária respaldadas pela Procuradoria-Geral do Estado e pela Superintendência de Orçamento e Despesa.

Para a diretora do Museu Casa Cora Coralina, Marlene Velasco, a instituição é um dos maiores símbolos da Cidade de Goiás e vê-lo de portas fechadas há mais de 150 dias é motivo de tristeza para a comunidade. “Mas com a força e solidariedade dos goianos e brasileiros conseguiremos em breve reabri-lo. Aos parceiros, admiradores da poetisa e em especial ao Governo do Estado de Goiás, a nossa eterna gratidão”.

O secretário de Estado da Cultura, Adriano Baldy, também reforça a importância de que seja prestado apoio ao museu neste momento, por se tratar da história e acervo de “uma grande expoente da literatura feminina goiana”.

Com informações da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) – Governo de Goiás

CEOF da Câmara aprova nomes indicados para diretoria do BRB

Em audiência pública remota, na tarde desta terça-feira (25), a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa aprovou, por unanimidade, a indicação de Alexsandra Camelo Braga como diretora-presidente da BRB Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A (DTVM) e de Carlos Antônio Vieira Fernandes para o cargo de diretor-presidente da BRB Crédito Financeiro e Investimentos S.A. A aprovação final dos nomes, indicados pelo governador Ibaneis Rocha será decidida em plenário. A sabatina durou mais de duas horas e foi transmitida pela TV Web.

Após falar sobre sua formação e experiência profissional, Alexsandra Braga destacou a necessidade de “mudar a matriz econômica do DF”, dependente dos servidores públicos, com atração de investimentos privados, que possam gerar empregos e renda, reduzir a desigualdade e, consequentemente, aumentar a arrecadação. Entre outros pontos, ela destacou a política adotada pelo BRB de investimento em compliance, governança e novas tecnologias. “Comprometo-me a cumprir com os desafios a mim atribuídos com igual entusiasmo e com a mesma conduta que sempre demostrei ao dedicar-me aos mais de 17 anos de atuação no sistema financeiro, e utilizar minha experiência e liderança de equipes para construir uma DTVM sólida, íntegra e rentável a fim de gerar valor ao acionista e a toda sociedade do DF”, afirmou Braga.

Carlos Fernandes ressaltou a estratégia de ampliação nacional no que se refere a linhas de crédito e o papel social do BRB. “Por sermos um banco público, certamente a sociedade ganha com esta gestão da forma como está sendo conduzida, porque os frutos disso são distribuídos pela sociedade”. Em reposta à deputada Julia Lucy (Novo) sobre a atuação dele como secretário-executivo em dois ministérios no Governo Dilma, Fernandes frisou que sua contribuição sempre foi técnica e que nunca foi filiado a qualquer partido político. “A minha dedicação não está vocacionada apenas na minha experiência, mas sim no que eu vejo de tão positivo e profícuo que está sendo construído nesta instituição”, ressaltou.




PERFIS TÉCNICOS
No parecer, o presidente da CEOF, Agaciel Maia (PL), destacou o perfil técnico dos novos diretores que, segundo ele, possuem “experiência substancial em funções estratégicas complexas em instituições financeiras e profundo conhecimento das operações de banco e mercado de capitais, bem como experiência em liderança de equipe e em ambientes complexos de negócios e regulatórios, com histórico que incorpora uma forte cultura de gestão de risco e estabelecimento de relacionamento e comunicação eficaz interna e externa”.

Servidor de carreira da Caixa Econômica Federal, Carlos Fernandes foi diretor-presidente da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), secretário-executivo do Ministério das Cidades e do Ministério da Integração Nacional, bem como presidente dos conselhos de administração da Companhia Brasileira de Transportes Urbanos e Transportes Urbanos de Porto Alegre. Graduado em Estudos Sociais, cursou Ciências Econômicas e Contábeis e possui MBA em Estratégias Empresariais e MBA Executivo Internacional pelo Instituto Amana-Key.

Engenheira civil pós-graduada em Desenvolvimento Gerencial e em Administração Financeira e Mercado de Capitais, Alexsandra Braga foi diretora de Administração, Finanças e Relacionamentos com Investidores da Caixa Seguridade e vice-presidente de Riscos da Caixa Econômica Federal, banco em que é servidora de carreira.

Também participaram da audiência o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e os deputados Iolando Almeida (PSC), Eduardo Pedrosa (PTC) e Cláudio Abrantes (PDT).