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Paulo Henrique Costa, presidente do BRB, fala à Agência Brasília, sobre o sistema de bilhetagem do transporte público do DF

"Decreto recentemente publicado prevê o cronograma de transferência e transição do antigo DFtrans, atual Semob, para o Banco de Brasília. Em 90 dias, a gente vira a chave", disse Paulo Henrique Costa.
Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
"Estamos ampliando o atendimento com mais 40 pontos de venda. Hoje, temos apenas 13 locais de comercialização do cartão – e passaremos a ter 53. Esse será o primeiro impacto: mais alternativas para comprar os bilhetes. O segundo impacto relevante é que, em 120 dias, lançaremos um aplicativo de celular em que o cidadão poderá adquirir o cartão online. Nele, o usuário vai poder acompanhar os créditos, o saldo e o extrato das movimentações e essa medida, certamente, vai ter um impacto muito importante sobre as filas. Muitos perguntam: e quem não tem acesso à internet? Por isso vamos apresentar duas soluções. A primeira é a Internet Social que está disponível em várias feiras e locais públicos do Distrito Federal, que já é um projeto realidade da Secretaria de Inovação. A segunda alternativa é uma negociação que faremos com as operadoras de telefonia para que esse tráfico no acesso ao aplicativo não seja cobrado do usuário. O BRB vai assumir essa conta. A partir daí, vamos avaliar, se houver necessidade, em ampliar a rede atendimento para as 127 agências e para os mais de cem correspondentes bancários (BRB Conveniência).

No início do ano que vem, logo no primeiro trimestre, a gente quer que esse aplicativo possa também receber documentos. Para que não haja mais necessidade do cadastramento físico dos usuários nas lojas. Outra coisa: vamos garantir a estabilidade do sistema. Hoje, por exemplo, vemos muitas filas no metrô. Estamos atuando de maneira coordenada para que as catracas do metrô também possam ser substituídas e, a gente, dessa maneira conseguiria garantir uma maior estabilidade do sistema.

Essa é uma grande preocupação e estamos trabalhando para reduzir e combater as fraudes. As informações são de R$ 100 milhões em fraudes por ano. Nossa estimativa, em 5 anos, é de gerar uma economia de cerca de R$ 500 milhões para o GDF. Chegamos a esses números atuando em conjunto com a Polícia Civil. Entendemos as principais causas e a partir dessas informações, estamos ampliando o controle de todo processo: das vendas e cadastramento dos usuários ao uso dos créditos", conclui.

Com informações da Agência Brasília.